Enquanto a Europa hesita, o Eixo do Mal se fortalece: a aliança militar entre o regime iraniano e a Rússia de Putin expõe a fragilidade da política de apaziguamento e a urgência de uma resposta firme.
É preciso ter a coragem de nomear o inimigo: o que vemos hoje não são apenas conflitos isolados, mas a consolidação de um **consórcio de ditaduras** decidido a desmantelar a ordem liberal ocidental. O Irã, o maior patrocinador estatal do terrorismo global, e a Rússia de Vladimir Putin, o autocrata que sonha em reviver o império soviético, estão operando em uma sinergia militar que deveria tirar o sono de todo líder que preza pela liberdade.
O cerne dessa aliança perigosa é a cooperação militar. Enquanto a Rússia ataca a Ucrânia, o Irã fornece a tecnologia de drones e mísseis que sustenta a agressão de Putin. Fontes indicam que o Irã tem transferido mísseis balísticos de curto alcance para a Rússia, conforme noticiado pela **CNN Brasil**, em um claro escárnio às sanções internacionais. O **Hoje no Mundo Militar** complementa, mostrando que o Irã tem integrado ao seu arsenal mais de 1.000 drones, ameaçando atingir bases americanas na região com mísseis e armamentos “semi-inteligentes” caso os EUA ataquem.
Essa coordenação não é acidental; é estratégica. Ela expõe a **fraqueza planejada** do Ocidente, que, sob a égide do globalismo, prefere o apaziguamento à confrontação. Enquanto líderes europeus, como Macron, falam em “autonomia estratégica” e hesitam em fornecer o apoio decisivo à Ucrânia, o eixo Moscou-Teerã avança sobre a soberania de nações livres. O **Valor Econômico** reportou que a postura de Trump, que avalia ataques contra o Irã para estimular protestos, é a única que impõe respeito a esses tiranos.
A lição é clara: a tirania só entende a linguagem da força. A aliança Irã-Rússia é um desafio direto à civilização ocidental e aos valores que defendemos. O **NciaDireta** alerta: a inação do Ocidente é o oxigênio que alimenta esse consórcio. É hora de líderes como Trump e seus aliados republicanos assumirem a liderança global, impondo sanções reais e, se necessário, a força militar para desmantelar essa ameaça antes que seja tarde demais. O preço da liberdade é a eterna vigilância, e o globalismo está nos cobrando caro por sua cegueira ideológica.