O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mapeou pagamentos mensais superiores a R$ 1 milhão a magistrados brasileiros. A constatação levou o presidente do STF, Edson Fachin, a criar na sexta-feira (5) um grupo de trabalho para revisar os chamados penduricalhos pagos a juízes em todo o país.
Salários de juízes acima de R$ 1 milhão: como funciona o grupo de trabalho
A comissão terá representantes da magistratura, do Ministério Público, das Defensorias, do Congresso Nacional e do Tribunal de Contas da União (TCU). O prazo para entrega do relatório final com propostas concretas é de 180 dias, conforme apurou o G1.
Os penduricalhos são adicionais e benefícios pagos além do teto constitucional, que resultam em remunerações que extrapolam o limite legal. O mapeamento do CNJ identificou casos em que a soma desses pagamentos ultrapassou R$ 1 milhão mensais por magistrado.