O PT destinou R$ 146 mil para impulsionar vídeos contra Flávio Bolsonaro nas redes sociais, segundo reportagens de Gazeta do Povo e Revista Oeste publicadas em 25 de abril de 2026. A campanha contra Flávio foi veiculada em plataformas digitais e teve como alvo desgastar a imagem do senador em disputa política nas redes.
Campanha contra Flávio
O gasto aparece em meio ao uso crescente de verba partidária para comunicação digital e guerra de narrativa. Partidos sempre fizeram propaganda. A diferença agora está na escala, na segmentação e no uso de dinheiro oficial para atacar adversários de forma permanente, fora do calendário eleitoral clássico.
Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, segue como um dos principais nomes do campo conservador. Por isso, tornou-se alvo prioritário da máquina de comunicação petista. Conforme relataram veículos como Gazeta do Povo e Revista Oeste, a ofensiva foi estruturada para circular com alcance pago e linguagem de militância digital.
Uso de verba partidária
O episódio reforça um padrão do PT: discurso de defesa da democracia na superfície e operação agressiva de propaganda na prática. Em vez de responder à crise econômica, à insegurança e ao tamanho do Estado, o partido investe recursos em atacar opositores que ainda mobilizam grande parcela do eleitorado.
No fim, a conta é política e moral. O partido que fala em combater desinformação usa dinheiro de estrutura partidária para bombardear adversários nas redes. Não é debate público. É máquina de propaganda a serviço de um projeto de poder que prefere destruir reputações a defender resultados.