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Datafolha: Flávio Bolsonaro empata com Lula no 2º turno

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Montagem com fotos de Flávio Bolsonaro e Lula lado a lado, principais candidatos na pesquisa Datafolha para 2026
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A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (7), revela um cenário de alerta máximo para o Palácio do Planalto: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já empata tecnicamente com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. O levantamento, realizado entre 3 e 5 de março, mostra o petista com 46% das intenções de voto, contra 43% do parlamentar fluminense.

A derrocada da vantagem petista

Os números evidenciam uma queda vertiginosa na popularidade do atual mandatário. Em dezembro de 2025, a mesma pesquisa apontava uma vantagem confortável de 15 pontos para Lula (51% a 36%). Em apenas três meses, essa diferença derreteu para ínfimos 3 pontos, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. No cenário de primeiro turno, o petista aparece com 38%, seguido de perto por Flávio Bolsonaro, com 32%.

A consolidação do nome de Flávio ocorre logo após ser lançado como pré-candidato por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O movimento, inicialmente visto com ceticismo por alas do centrão que preferiam o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), demonstrou força imediata. Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados, o senador saltou de 0% em dezembro para expressivos 12% agora, enquanto Lula estagnou, oscilando de 24% para 25%.

Fatores econômicos e escândalos pesam

O desgaste do governo petista não ocorre no vácuo. A pesquisa reflete o impacto direto da estagnação econômica, com a perda de fôlego do PIB e os efeitos nefastos das altas taxas de juros no poder de compra da classe média. Somam-se a isso os recentes escândalos de corrupção que rondam a Esplanada, como o caso do Banco Master e as graves denúncias no INSS envolvendo Fábio Luís, filho do presidente.

Análise NotíciaDireta: O derretimento de Lula nas pesquisas é o reflexo inevitável de um governo pautado pelo revanchismo e pela irresponsabilidade fiscal. Enquanto o petismo tenta se sustentar em narrativas desgastadas e na perseguição implacável a opositores, a realidade econômica bate à porta do brasileiro. A ascensão meteórica de Flávio Bolsonaro demonstra que o eleitorado conservador segue vivo, forte e sedento por uma alternativa que resgate os valores de livre mercado e ordem pública, rejeitando o projeto de poder hegemônico da esquerda que flerta com ditaduras globais.

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