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Promotora critica perdão judicial a Monique Medeiros no caso Henry Borel

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Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, após decisão do 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro
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A promotora Celeste Leite dos Santos, do Ministério Público de São Paulo, classificou o perdão judicial concedido a Monique Medeiros no caso Henry Borel como “um verdadeiro tapa na cara da sociedade” e “um golpe na credibilidade do sistema penal brasileiro”.

Perdão judicial a Monique: o que decidiu o júri

O 2º Tribunal do Júri da Capital do Rio de Janeiro desclassificou a acusação de homicídio doloso contra Monique Medeiros para homicídio culposo. Com base nessa desclassificação, a juíza Elizabeth Machado Louro aplicou o perdão judicial, extinguindo a punição.

O namorado de Monique à época, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foi condenado a 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão por homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo, conforme apurou o G1.

Reação ao perdão judicial de Monique Medeiros

Celeste Leite dos Santos afirmou que a decisão “não é apenas desfecho legal questionável”, e recordou que Henry Borel, de 4 anos, foi morto no apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto.

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