Um levantamento nacional divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Realtime Big Data revelou que 84% dos brasileiros são contrários à nomeação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados. A pesquisa, que ouviu 1.200 pessoas em todo o país, mostra que apenas 16% apoiam a decisão, evidenciando uma forte resistência popular à escolha do partido de extrema-esquerda.
Rejeição a Erika Hilton e apoio a Ratinho
A pesquisa também mediu a percepção do público sobre as recentes críticas feitas pelo apresentador Ratinho (SBT) à parlamentar. Para a ampla maioria dos entrevistados (61%), a fala do comunicador foi “correta e falariam do mesmo jeito”. Outros 20% consideraram a declaração “correta, mas exagerada”, enquanto apenas 19% avaliaram o comentário como preconceituoso. Os dados refletem um descompasso evidente entre a pauta identitária imposta por setores progressistas e o sentimento real da população brasileira.
Impacto nas pautas femininas
A eleição de Erika Hilton, que ocorreu em uma votação polarizada com 11 votos a favor e 10 em branco, gerou forte reação da oposição conservadora. Deputadas como Chris Tonietto (PL-RJ) e Clarissa Tércio (PP-PE) alertaram para a “ideologização” do colegiado e defenderam que a comissão deveria ser presidida por uma “mulher de fato”. Especialistas, como Celina Lazzari, diretora da Associação Matria, também manifestaram preocupação com o futuro de projetos que garantem espaços separados por sexo, como banheiros e alas hospitalares, que correm o risco de serem descartados sob a nova gestão, conforme publicou a Revista Oeste e a Gazeta do Povo em coberturas recentes sobre o tema.
A indicação de Erika Hilton para presidir uma comissão destinada à defesa das mulheres é o retrato do aparelhamento ideológico que tomou conta das instituições. Quando 84% da população rejeita a nomeação, fica claro que o povo brasileiro não engole a narrativa progressista que tenta reescrever a biologia e apagar as conquistas femininas reais. A esquerda, em sua sanha por lacração, ignora as verdadeiras necessidades das mulheres, preferindo transformar o Congresso em um palco para o ativismo identitário que desvirtua a própria essência da família e da sociedade.