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Assessor exonerado após invasão em programa ao vivo

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Bernardo Moreira Amado Barros, assessor exonerado após invasão em transmissão ao vivo
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O assessor exonerado Bernardo Moreira Amado Barros perdeu o cargo nesta quinta-feira (30) após invadir a transmissão do Estúdio i, da GloboNews, xingar e pedir a reeleição de Lula. A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União com assinatura do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.

Assessor exonerado após invasão

Segundo a Folha Destra, o episódio ocorreu nos minutos finais de uma entrevista com os deputados Cabo Gilberto Silva, do Partido Liberal, e Lindbergh Farias, do Partido dos Trabalhadores. Os dois discutiam o veto ao projeto da dosimetria quando Bernardo Barros apareceu por trás de Cabo Gilberto no estúdio.

O texto da fonte informa que Bernardo Barros era assessor parlamentar ligado ao deputado André Janones, da Rede Sustentabilidade, de Minas Gerais. A demissão foi a resposta formal da cúpula da Câmara ao constrangimento causado em rede nacional.

O caso expõe o nível de degradação do ambiente político em Brasília. Um assessor pago com dinheiro público não invadiu uma live por acaso. Ele decidiu transformar um espaço jornalístico em palanque, com militância rasteira e ofensa. A reação administrativa foi rápida, mas o episódio mostra como parte da máquina política foi contaminada pela lógica de torcida organizada.

A exoneração foi correta, mas não resolve o problema de fundo. Quando cabos eleitorais travestidos de assessores ocupam estruturas públicas para defender Lula e o Partido dos Trabalhadores, o desvio deixa de ser apenas individual. Vira sintoma de uma cultura política que trata o Estado como extensão da militância.

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