O apresentador Ratinho alcançou a maior audiência do ano no SBT nesta quinta-feira (19), registrando 5,7 pontos na Grande São Paulo com o programa Ratinho Livre. O recorde de audiência ocorre em meio a uma intensa polêmica envolvendo a deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) e uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF).
O peso da opinião e o recorde de audiência
Segundo dados da Kantar IBOPE, o programa atingiu um público estimado em mais de 1,1 milhão de espectadores, consolidando-se como a maior marca da emissora em 2026, conforme publicou o Pleno News. O sucesso nos números coincide com a postura firme do apresentador, que recentemente criticou a eleição de Érika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados.
Na ocasião, Ratinho argumentou que a parlamentar, por ser uma mulher trans, não compartilharia das vivências e “dores das mulheres biológicas”. A declaração gerou forte reação da esquerda e resultou em uma ação do MPF, que pede uma indenização de R$ 10 milhões por danos morais coletivos contra o apresentador e o SBT.
A resposta ao patrulhamento ideológico
Longe de recuar, Ratinho reafirmou sua posição ao vivo, destacando o clima de censura atual. “Nos tempos atuais, quem fala a verdade pode ser vítima de patrulhamento e lacração, o que no meu tempo não tinha. Não vou mudar o meu jeito de ser para agradar quem quer que seja”, declarou o comunicador, em um claro recado aos críticos.
A resposta do público, refletida nos números do IBOPE, sugere que a audiência valoriza a autenticidade e rejeita as tentativas de silenciamento. O retorno do formato clássico do Ratinho Livre, com comentários contundentes sobre o noticiário, parece ter reconectado o apresentador com sua base fiel de espectadores.
Análise NotíciaDireta: O recorde de audiência de Ratinho é um sintoma claro do cansaço da sociedade brasileira com a ditadura do politicamente correto. Enquanto a esquerda, representada por figuras como Érika Hilton e aparelhada em instituições como o MPF, tenta impor sua agenda através de processos milionários e censura, o público real responde com o controle remoto. A tentativa de calar vozes conservadoras e impor narrativas progressistas goela abaixo da população tem um limite, e Ratinho, ao se recusar a dobrar os joelhos para a ‘lacração’, tornou-se um símbolo de resistência para milhões de brasileiros que ainda prezam pela liberdade de expressão e pelo bom senso.