Donald Trump disse em 11 de maio de 2026 que considera “seriamente” anexar a Venezuela aos Estados Unidos. Ao falar sobre a anexar Venezuela, afirmou: “A Venezuela ama o Trump” e citou aumento da extração de petróleo, segundo a Folha Destra.
Trump e anexar Venezuela
A declaração foi feita sem detalhes sobre base legal, militar ou diplomática para uma eventual incorporação do país sul-americano ao território norte-americano. Trump também disse que os venezuelanos “estavam infelizes” e agora estariam “felizes”, além de elogiar a gestão do setor petrolífero e o uso de grandes plataformas de extração.
A reação de Caracas veio de imediato. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, rejeitou a hipótese levantada por Trump. O governo chavista tratou a fala como mais um episódio de confronto verbal com Washington, num relacionamento marcado por hostilidade política, sanções e disputa por influência regional.
O ponto concreto da fala é político. Trump voltou a associar a crise venezuelana ao tema energético e ao interesse estratégico dos Estados Unidos na região. A Venezuela segue sentada sobre uma das maiores reservas de petróleo do mundo, apesar do colapso institucional produzido pelo chavismo e da longa degradação econômica sob Nicolás Maduro.
Reação de Caracas
Trump usa linguagem de impacto e não apresentou um plano real de anexação. Ainda assim, a frase expõe um fato ignorado por boa parte da esquerda latino-americana: a tragédia venezuelana não nasceu de “bloqueio”, mas de décadas de socialismo, autoritarismo e destruição do mercado. O regime de Maduro rejeita a fala de Trump, mas não consegue responder pelo essencial: por que um país rico em petróleo continua expulsando seu próprio povo.