Um novo apagão total em Cuba deixou mais de 10 milhões de pessoas sem energia elétrica e sem acesso à internet nesta segunda-feira (16). O colapso do Sistema Elétrico Nacional, o sexto em apenas dezoito meses, mergulhou a ilha caribenha no caos, afetando hospitais, escolas e serviços básicos, conforme publicou a Jovem Pan.
O fracasso do modelo estatal
A crise energética crônica que assola o país é um reflexo direto do envelhecimento da infraestrutura e da dependência histórica de petróleo estrangeiro, especialmente da Venezuela. Atualmente, mais da metade das usinas termelétricas cubanas estão fora de serviço. O regime castrista tenta culpar o embargo dos Estados Unidos, mas economistas apontam para o subinvestimento crônico e a ineficiência inerente ao modelo de controle estatal da economia.
Enquanto a população sofre com cortes diários que ultrapassam 15 horas e o risco de perder os poucos alimentos que conseguem armazenar, o descontentamento popular cresce. Protestos com panelas e manifestações antigovernamentais têm sido registrados, incluindo um incêndio em frente à sede do Partido Comunista de Cuba, resultando em prisões pelo regime ditatorial.
Pressão internacional e negociações
No cenário geopolítico, o presidente americano Donald Trump tem mantido uma postura firme, declarando recentemente que pretende “controlar a ilha” e que chegará a um acordo com Cuba “muito em breve”. Pressionado, o governo cubano confirmou estar em negociações com os EUA, mediadas pelo Vaticano, e até anunciou que permitirá investimentos da diáspora cubana na infraestrutura da ilha, uma admissão tácita da falência de seu sistema.
Mais uma vez, o socialismo entrega exatamente o que promete: miséria, escuridão e repressão. O apagão em Cuba não é apenas uma falha técnica, mas o colapso de um modelo falido que insiste em culpar fatores externos por sua própria incompetência. Enquanto líderes como Donald Trump e Javier Milei mostram que a liberdade econômica é o único caminho para a prosperidade, a ilha prisão continua a punir seu povo por ousar sonhar com um futuro fora das sombras do Estado totalitário.