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Moraes barra visita de assessor de Trump a Bolsonaro

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Montagem com Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro e Donald Trump representando a tensão diplomática
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou a autorização para que Darren Beattie, assessor do governo de Donald Trump, visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão. A decisão, tomada após consulta ao Itamaraty, gerou forte reação nos Estados Unidos, sendo classificada como “insana” por Mike Benz, ex-integrante do Departamento de Estado americano.

Interferência e recuo do STF

Inicialmente, Moraes havia autorizado o encontro, marcado para 18 de março. No entanto, após um pedido de alteração de data pela defesa de Bolsonaro, o ministro solicitou informações ao Ministério das Relações Exteriores. O chanceler Mauro Vieira informou que a visita não constava na agenda diplomática oficial de Beattie, cujo visto foi emitido para participação no Fórum Brasil-EUA de Minerais Críticos, em São Paulo.

Com base nessa justificativa, Moraes voltou atrás, alegando que a visita fugia do escopo diplomático e citando o princípio de não intervenção em assuntos internos. A medida, conforme publicou a Gazeta do Povo, evidencia o isolamento e a postura defensiva da corte diante de pressões externas.

Reação nos Estados Unidos

A proibição não passou despercebida pelos aliados de Trump. Mike Benz utilizou as redes sociais para criticar duramente a postura do magistrado brasileiro. “O juiz Voldemort Moraes, no Brasil, acaba de impedir Darren J. Beattie de visitar o presidente Bolsonaro na prisão”, escreveu Benz, comparando o ministro ao vilão da saga Harry Potter e evidenciando o desgaste da imagem do STF no exterior.

Análise NotíciaDireta: A decisão de Moraes reflete o temor do establishment brasileiro diante do fortalecimento da direita global. Ao barrar um emissário de Trump, o STF não apenas demonstra insegurança, mas também reforça a narrativa de perseguição política contra Bolsonaro. A diplomacia petista, alinhada a ditaduras, age rápido para isolar a oposição, enquanto o Brasil se afasta das democracias ocidentais e se consolida como um pária sob a tutela de um judiciário ativista.

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